Uma história que começa pelo fim:
Essa imagem marca o início e o fim de uma era na minha vida: o último atendimento presencial e o início da vida nômade!
Eu precisava de um banho de cachoeira!
Era uma questão de saúde mesmo!
Meu corpo e mente gritavam por um pouco de paz nas matas, na cachoeira, próxima à água, para me reequilibrar.
Tirei uma semana de férias no litoral brasileiro em uma cidade em que eu não precisaria de tanto tempo para me deslocar e escolhi um hostel amplo, no meio da mata, um clima bem agradável.
Um paciente precisou de um atendimento emergencial, então fui conversar com o dono do hostel para pedir um espaço com privacidade para eu usar por 1 hora.
– Pra que você precisa de privacidade, Nanda? Você é psicóloga?
– Sim, sou psicóloga!
– Você é junguiana?
– Sou! – respondi surpresa!
– Estou procurando uma psicóloga junguiana há meses! Minha irmã falou que eu deveria fazer terapia com uma psicóloga junguiana, mas eu não tinha me identificado com nenhuma!
– Uau! – respondi ainda mais surpresa pela sincronicidade!
– Você pode me atender?
– Claro! Anote meu telefone e agendamos uma sessão!
– Não! Me atende hoje! Vamos fazer pelo menos a primeira sessão presencial!
– Mas tem um espaço onde a gente tenha privacidade e seja adequado para eu te atender?
– Tem um lugar perfeito: A casa da árvore!

E esse foi o último atendimento presencial que fiz, mesmo que fosse o primeiro em meses pela pandemia, e também foi o que marcou o início da minha vida nômade, por toda a experiência que vivi nessa viagem!
Este foi, definitivamente, o fim e o início de um ciclo na minha vida. Mas essa história vou contar em um livro futuramente!
Você se imagina em um consultório de psicologia no meio da natureza assim?
Me conte nos comentários!






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